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    April, 2007

    MUSICA

     
     
     
     
     
     

    Q uem me leva os meus fantasmas

    Pedro Abrunhosa

    Aquele era o tempo
    Em que as mãos se fechavam
    E nas noites brilhantes as palavras voavam,
    Eu via que o céu me nascia dos dedos
    E a Ursa Maior eram ferros acesos.
    Marinheiros perdidos em portos distantes,
    Em bares escondidos,
    Em sonhos gigantes.
    E a cidade vazia,
    Da cor do asfalto,
    E alguém me pedia que cantasse mais alto.

    Quem me leva os meus fantasmas,
    Quem me salva desta espada,
    Quem me diz onde é a estrada?

    Aquele era o tempo
    Em que as sombras se abriam,
    Em que homens negavam
    O que outros erguiam.
    E eu bebia da vida em goles pequenos,
    Tropeçava no riso, abraçava venenos.
    De costas voltadas não se vê o futuro
    Nem o rumo da bala
    Nem a falha no muro.
    E alguém me gritava
    Com voz de profeta
    Que o caminho se faz
    Entre o alvo e a seta.

    Quem leva os meus fantasmas,
    Quem me salva desta espada,
    Quem me diz onde é a estrada?

    De que serve ter o mapa
    Se o fim está traçado,
    De que serve a terra à vista
    Se o barco está parado,
    De que serve ter a chave
    Se a porta está aberta,
    De que servem as palavras
    Se a casa está deserta?

    Quem me leva os meus fantasmas,
    Quem me salva desta espada,
    Quem me diz onde é a estrada?

     

    >>> Click aqui e assista ao vídeo.

     

    ! "  êcov a  laicepse ... "

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    fonte: www.terra.com.br / www.youtube.com


     

    March, 2007

    ANDAR DE BICICLETA - LELÊ

      
     P edala, Lelê!

    O meu avô diz que a obrigação de todo menino é jogar bola, empinar pipa e andar de bicicleta. “Sem isso um menino não é um menino! É uma samambaia!”

    Eu já tinha jogado bola e tinha empinado pipa, mas não sabia andar de bicicleta. Eu até ganhei uma no Natal, mas ela só ficava encostada na parede, quietinha. Eu falava para a minha mãe que eu não queria andar para não estragar ela, mas é que eu tinha o maior medo de cair e me machucar.

    Daí um dia a minha mãe botou a bicicleta no carro, a gente foi até a praia e aí ela disse: “Hoje você vai aprender a andar de bicicleta!”

    “Mas e se eu me machucar?”

    “A areia é macia. Você pode cair à vontade.”

    Então a gente chegou lá, eu subi na bicicleta e perguntei: “E agora?”

    “Agora é só andar”, ela disse.

    “Mas eu não tive aula disso.”

    “Andar de bicicleta não se ensina. É um negócio que a gente aprende fazendo.”

    “Mas como é que eu vou aprender fazendo se eu não sei fazer?”

    Aí ela olhou para o céu, que é o que ela sempre faz quando perde a paciência, e disse: “Vamos fazer assim, eu vou te dar um empurrão, depois você pedala, e aí fica mais fácil.”

    Então ela segurou no guidão e no banco e começou a me empurrar. Aí, quando eu já estava com embalo, ela me soltou. Só que eu esqueci de pedalar. Então a bicicleta foi andando mais devagar, mais devagar..., e pou! Eu caí.

    “Você tem que pedalar, Lelê!”, a minha mãe gritou.

    Ela pegou e me empurrou de novo. E de novo eu andei um pouquinho, esqueci de pedalar e pou!, caí com tudo.

    A gente ficou um tempão assim. Ela me empurrava, eu andava um pouquinho, esquecia de pedalar, e pimba!, caía no chão. 

    Depois de um tempo, a minha mãe já estava o maior cansada. Então ela disse: “Ufa..., só, ufa..., mais, ufa..., uma, ufa..., vez.” E ela me empurrou de novo. E o que foi que aconteceu?

    Eu caí de novo. E me ralei um montão. O meu joelho ficou sangrando. Aí eu decidi que andar de bicicleta era uma coisa muito difícil e que eu nunca ia conseguir, então eu ia ter que ter uma moto triciclo. Uma mototricleta.

    Só que passaram uns dias e uma amiga da minha mãe, a dona Litz, foi lá em casa e levou o filho dela, o Dirceu, que tem seis anos. Quando ele viu a minha bicicleta, ele disse: “Posso andar?”

    Eu pensei “Rá, andar de bicicleta é o maior difícil. Ele vai se esborrachar.” Então eu falei: “Claro que pode, Dirceuzinho.”

    Ele subiu na bicicleta e começou a andar. Assim, como se fosse a maior moleza! Aquilo me deu uma baita raiva! Como é que um menino de seis anos andava de bicicleta e eu, com oito, não andava?!

    Então, quando eles foram embora, eu pedi para minha mãe: “Mãe, me ensina a andar de bicicleta?”

    “Agora não dá para a gente ir para a praia”, ela disse.

    “Pode ser aqui em frente de casa mesmo.”

    “No asfalto?”

    “É.”

    “Tá bom.”

    Aí a gente foi para frente de casa, ela me deu um empurrão, eu comecei a pedalar bem forte e... não caí! Eu andei de bicicleta! E era o maior fácil! Então eu fui andando e a minha mãe ficou gritando “Aí, Lelêêêêêêêêêêê!”

    Foi uma coisa muito legal. Muito mesmo! O vento batia na minha cara e eu estava me equilibrando só naquelas duas rodas.

    Eu fui indo em frente, pedalando bem rápido e o maior feliz. Só que a minha rua é sem saída. Acaba num muro. Eu não sabia fazer curva. E se eu parasse de pedalar eu ia cair. Então eu achei que era melhor continuar pedalando, porque aí pelo menos eu demorava mais para cair.

    E eu vi o muro chegando, chegando, chegando..., e pou! Bati nele com tudo!

    O meu joelho começou a soltar sangue de novo. Mais do que na praia, porque o chão da rua é mais duro que o chão da areia. Eu já ia começar a chorar, mas aí a minha mãe lá de longe gritou assim: “Agora volta!”

    Então eu dei um jeito de não chorar, peguei a bicicleta, coloquei ela de pé, sentei e comecei a pedalar. E deu certo! Eu andei de novo. E sem ninguém me empurrando.

    E quando eu cheguei perto da minha mãe eu gritei: “Me segura que eu não sei parar!”, e ela me segurou e eu não caí.

    No dia seguinte eu andei de novo e até fiz curva, e hoje eu sei andar o maior bem.

    Acho que esse é o fim da história. E se essa fosse uma historinha de fadas, daquelas que tem moral no final, acho que a moral ia ser assim:

    “Se a gente parar de pedalar, a gente cai.”

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    Se pensarmos ao invés  de ser andar de bicicleta, fosse amar e/ ou amor, nessa história que pela simplicidade nos ensina muito, será que poderíamos dizer o mesmo ? Pense nisso !

    "Se a gente para de pedalar, a gente cai !" 

     

     

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    Fonte: www.uol.com.br

    February, 2007

    UM CRIME BÁRBARO - INDIGNAÇÃO

     
    INDIGNAÇÃO l  UM CRIME BÁRBARO l
      
    08/02/2007 - 10h11

    Criança morre depois de ser arrastada por carro durante assalto

    Um assalto terminou com a morte de um menino de seis anos, na noite de quarta-feira (7), no Rio. Ele não conseguiu sair do veículo levado pelos criminosos e foi arrastado por aproximadamente sete quilômetros, durante a fuga dos assaltantes.

    De acordo com a polícia, o menino identificado como João Hélio Fernandes estava no carro com a mãe quando foram abordados pelos assaltantes, no bairro Osvaldo Cruz (zona norte). A mãe foi retirada do veículo, mas não conseguiu retirar a criança --que estava no banco traseiro, presa ao cinto de segurança. A irmã do menino e uma outra pessoa também estavam no carro e conseguiram sair.

    Antes de o menino ser retirado, um dos assaltantes assumiu a direção do veículo e acelerou. Ele ficou pendurado e foi arrastado. A fuga teria durado cerca de 15 minutos, até que o carro foi abandonado em uma rua de Cascadura, também na zona norte.

    Durante o trajeto, moradores que presenciaram a fuga gritaram para que os criminosos parassem o carro. A criança foi encontrada já sem vida. Os assaltantes seriam três fugiram.
     
     
     
     
     
     
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    February, 2007

    LISBOA DAKAR - 2007

     
     
     
     L ISBOA DAKAR
     
     
     
    Ver >  Acesse, contém imagens que valem a pena !
     
     
     
     
     
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    fonte: www.uol.com.br - cobertura on line
    December, 2006

    M.U.S.I.C.A.

     
     
     
     

     M aná - Labios Compartidos
                                                                F. Olvera / A.González

     

     

    Amor mio,
    Si estoy debajo del vaivén de tus piernas
    Si estoy hundido en un vaivén de caderas
    Esto es el cielo, es mi cielo
    
    Amor fugado,
    Me tomas, me dejas, me exprimes y me tiras a un lado
    Te vas a otros cielos y regresas como los colibris
    Me tienes como un perro a tus pies
    
    Otra vez mi boca insensata
    Vuelve a caer en tu piel
    Guardame tu boca y provoca
    Vuelvo a caer de tus pechos a tu par de pies
    
    Labios compartidos, labios divididos (mi amor)
    Yo no puedo compartir tus labios
    Que comparto el engaño
    Y comparto mis dias (y el dolor)
    Yo no puedo compartir tus labios
    Oh amor oh amor compartido
    
    Amor mutante
    Amigos con derecho y sin derecho de tenerte siempre
    Y siempre tengo que esperar paciente
    El pedazo que me toca de ti
    
    Relampagos y alcohol
    Las voces solas lloran en el sol
    Mi boca en llamas torturada
    Te desnudas angel hada luego te vas
    
    Otra vez mi boca insensata
    Vuelve a caer en tu piel de miel
    Guardame tu boca y duele
    Vuelvo a caer de tus pechos a tu par de pies
    
    Labios compartidos, labios divididos (mi amor)
    Yo no puedo compartir tus labios
    Que comparto el engaño
    Y comparto mis dias (y el dolor)
    Ya no puedo compartir tus labios
    Que me parta un rayo
    Que me entierre el olvido (mi amor)
    Pero no puedo mas
    Compartir tus labios
    Compartir tus besos
    Labios compartidos
    
    Te amo con toda mi fe, sin medida
    Te amo aunque estes compartida
    Tus labios tienen el control
    
    Te amo con toda mi fe, sin medida
    Te amo aunque estes compartida
    Y sigues tu con el control.
     
    >> Veja
     
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    fonte: www.vagalume.com.br - www.youtube.com
     
     
    December, 2006

    SOZINHO - CAETANO VELOSO

     
     
     
    Sozinho - Caetano Veloso
     
    >>Ver
      
    December, 2006

    FELIZ NATAL JOYEUX NOEL MERRY CHRISTMAS

     
     
     
     
    M MERRY CHRISTMAS JOYEUX NOEL FELIZ  NATAL 
     
    "Merry Christmas Feliz Natal  Joyeux Noel Merry Christmas Feliz Natal Merry Christmas Feliz Natal "
     
     
     
     
     
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      Papai Noel  tem site, visite Santa Claus Office, vale a pena !
     
    November, 2006

    VOCÊ É O HUMOR QUE VOCÊ TEM

     
     
     
     

    Psicologia


    Você é o humor que você tem

    Venenoso ou ingênuo, ele hoje é avaliado
    não apenas como uma característica individual,
    mas como uma ferramenta determinante nas
    relações pessoais e no ambiente de trabalho

    ................................................
    Gabriela Carelli

    O humor, assim como a beleza, é fácil de identificar, mas difícil de definir. Seria ele "o repouso da alma", como escreveu Santo Tomás de Aquino? Ou "a maior bênção da humanidade", como queria o escritor americano Mark Twain? Por muito tempo, a definição de humor usada pelos psicólogos que estudam o assunto foi aquela criada por Sigmund Freud, o inventor da psicanálise. Em seu Os Chistes e a Sua Relação com o Inconsciente, Freud escreveu que o humor é o maior mecanismo de defesa do ser humano, um instrumento que permite equilibrar as emoções e elaborar as frustrações. Hoje, a psicologia prefere enxergar o humor menos sob a ótica individual e mais à luz de sua capacidade de influir nos relacionamentos. O tipo de humor que uma pessoa pratica é um componente forte na percepção que os outros têm dela, na definição que se dá à sua personalidade. Essa é uma das conclusões principais de um dos mais completos estudos já realizados sobre o humor, o livro The Psychology of Humor (A Psicologia do Humor), recém-lançado nos Estados Unidos. Seu autor é o psicólogo Rod Martin, da Universidade de Western Ontario, no Canadá. Segundo Martin, o humor não é um estado de espírito único – ele tem quatro variantes principais, cada uma delas com suas implicações específicas nas relações pessoais e profissionais de cada ser humano.

    > Ler mais

     

     

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    fonte: www.veja.com.br  

    October, 2006

    DIREITOS HUMANOS

     D IREITOS HUMANOS

    Fiscalização flagra trabalho escravo em terras de reitor, em Goiás

    Fazenda do reitor da Universidade de Uberaba (Uniube) é flagrada com 164 trabalhadores submetidos a condições análogas à escravidão em Catalão (GO). Eles participavam da derrubada de árvores para a venda da madeira.

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     por Iberê Thenório - Especial para a Carta Maior

    SÃO PAULO – A fazenda produz madeira, mas os empregados são alojados em casas de tábua podre e chão batido, com paredes cheias de frestas por onde entram ratos e chuva. Endividados, os trabalhadores eram obrigados a pagar pela comida e pelas ferramentas de trabalho. Foi nessas condições que o grupo móvel de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) encontrou na última terça-feira (17) os 164 trabalhadores da Fazenda Batalha dos Nunes, no município de Catalão (GO). A escritura da terra indica que a propriedade pertence a Marcelo Palmério, reitor da Universidade de Uberaba (Uniube), e a sua esposa, Vera Maria Marquez Palmério. 

    >> Ler mais

     

     

    October, 2006

    CARTA AO BRADESCO

     
     
     
     
     
     
     C ARTA DIRECIONADA AO BRADESCO
     
    Esta carta foi direcionada ao Banco Bradesco. Porém, devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as
    instituições financeiras !
    Tenho que prestar reverências à criatividade brasileira! Além de ser altamente explorada, a população ainda arruma menções de bom humor.....
     
     
    CARTA ABERTA AO BRADESCO
     
    Senhores Diretores do Bradesco
     
    Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
     
    Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta
    qualidade.
     
    Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou,
    dependendo do produto, até um pouquinho acima.
     
    Que tal?
     
    Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade. Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a  seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me  atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço. Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma
    "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
    Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
     
    Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
     
    Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
    Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um  absurdo e se negariam a pagar.
     
    Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao  financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para
    que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta".
     
    Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma  "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
     
    Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
     
    - Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
     
    - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90  "para a manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência 
      da padaria na esquina da rua".
     
    - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00
      a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou 
      pagar os juros (preços) mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho".
     
    - Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me
      cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
     
    Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto
    estive nas instalações de seu Banco.
     
    Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
    Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que
    um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central. Sei disso.
     
    Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez  sejam muito mais elevados.
    Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.
     
    Brasília, 30 de maio de 2006.
     
    Delman Ferreira
    ADESG Minas Gerais - CEPE 2001
     
     
     
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    fonte: carta recebida por mail - circulando na internet
     
     
    October, 2006

    DO SEU LADO - MUSICA

     
     
     

      D O SEU LADO                                                                                

     Jota Quest

     

    Faz muito tempo, mas eu me lembro você implicava comigo
    Mas hoje eu vejo que tanto tempo me deixou muito mais calmo
    O meu comportamento egoísta, o seu temperamento difícil
    Você me achava meio esquisito e eu te achava tão chata
      
    Mas tudo que acontece na vida tem um momento e um destino
    Viver é uma arte, é um ofício
    Só que precisa cuidado
    Pra perceber que olhar só pra dentro é o maior desperdício
    O teu amor pode estar do seu lado
     
    O amor é o calor que aquece a alma
    O amor tem sabor pra quem bêbe a sua água
     
    Eu hoje mesmo quase não lembro que já estive sozinho
    Que um dia eu seria seu marido, seu príncipe encantado
    Ter filhos, nosso apartamento, fim de semana no sítio
    Ir ao cinema todo domingo só com você do meu lado.
     
    Mas tudo que acontece na vida tem um momento e um destino
    Viver é uma arte, é um ofício
    Só que precisa cuidado
    Pra perceber que olhar só pra dentro é o maior desperdício
    O teu amor pode estar do seu lado
     
    O amor é o calor que aquece a alma
    O amor tem sabor pra quem bêbe a sua água
     
    Ouvir >>>  http://www.youtube.com/watch?v=SGhB5S6mBS0
     
     
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    fonte: site www.vagalume.com.br / www.youtube.com

    September, 2006

    CARTILHA DO LULA

     
    Cartilha do Lula                                            
     
    MONKEY NEWS
     
     
    Veja todos os verbetes da nova língua do Palácio do Planalto! O óbvio lulante!!
     A

    Abiscoitar: Dar duas no Dia do Namorados.

    Abundantes: As Sheilas.

    Açaí: Grito de guerra do churrasco na Granja do Torto! Açaí!

    Alquimista: Eleitor do Alckmin.
    Alta Combustão: Julia Roberts.

    Analgésico: Supositório de companheiro.

    Angustiada: Companheira que exagerou no angu.

     B

    Barbicha: Companheiro Gay.

    Barganhar: Companheiro que recebeu um botequim de herança.

    Benfeitor: Companheiro que só diz bem feito

    Biscoito: Repeteco de trepada.

     C

    Catapulta: Companheiro que foi pro inferninho.

    Caução: Peça do vestuário masculino que a gente deixa na tesouraria dos hospital quando se interna.

    Celular: Companheiro que segue a doutrina do Lula.

    Celulitização: Socialização da celulite.

    Coaxar: Achar em conjunto com os companheiros.

    Comensal: Companheiro que come uma vez por mês.

    Copom: Taça de champanhe (pequena concessão ao Bestiário Tucanês)

    Contra-regra: Anarquista. Vulgo Heloísa Helena.

    Cornucópia: Clone de chifrudo. Companheiro gemeo de chifrudo.

    Coveiro: Companheiro que planta couve.

    Cutícula: Organização das manicures ligada á CUT.

     D

    Debalde: Companheira enfrentando a falta d'água.

    Depauperado: Companheiro que operou da fimose.

    Depressão: Panela boa prá cozinhar feijão.

    Descalço: Companheiro que tirou as calças.

    Desemprego: Sujeito que tem dez empregos.

    Diabetes: Dançarinas do diabo. Chacretes do demônio.

    Diabético: Companheiro que tem parte com o diabo.

    Duplicata: Quando o Palófi quebra os dois pés.

     
     
     
     
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    August, 2006

    ERA DOS CHIPS

     
     
    C onheça a tecnologia que deverá ser usada nos chips veiculares |
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    FRANCISCO MADUREIRA
    Editor do UOL Tecnologia

    Câmeras. Antenas. Satélites. E agora, chips. Em uma era cada vez mais "1984", de George Orwell, São Paulo pode tornar obrigatória a instalação de etiquetas eletrônicas em veículos a partir de 2007. Com eles, seria possível rastrear qualquer carro pela cidade em tempo real, conforme o chip é detectado por antenas espalhadas pelas ruas.

    No último dia 9 de agosto, o prefeito Gilberto Kassab (PFL) e o ministro das Cidades Márcio Fontes divulgaram a assinatura de um protocolo de intenções para regulamentar no Contran (Conselho Nacional de Trânsito) a obrigatoriedade do chip.

    A etiqueta eletrônica funcionaria como o "Sem Parar", sistema eletrônico de pagamento de pedágios, e vai utilizar a tecnologia RFID (Identificação por Radiofreqüência).

    O bilhete único, utilizado como meio de pagamento no transporte público de São Paulo, já utiliza esta tecnologia. Nova York vai começar a testar um sistema semelhante no metrô neste semestre, e o metrô de Moscou possui cartões com RFID desde 1998. A tecnologia também é utilizada para administrar grandes estoques em redes de supermercados ou bibliotecas, e nas chaves de carros com imobilizador eletrônico.

    Ler mais >> http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2006/08/18/ult2870u91.jhtm

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    fonte: www.tecnologia.uol.com.br/

     

     

    August, 2006

    DOIS - PAULO RICARDO

     
     
     
     
    DOIS
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    P.a.u.l.o  R.i.c.a.r.d.o
     
     
     
    Quando você disse: nunca mais,
    Não ligue mais, melhor assim.
    Não era bem o que eu queria ouvir
    E me disse decidida, saia da minha vida
    Que aquilo era loucura, era absurdo
    E mais uma vez você ligou
    Dias depois, me procurou
    Com a voz suave, quase que formal
    E disse que não era bem assim
    Não necessariamente o fim
    De uma coisa tão bonita e casual
    De repente as coisas mudam de lugar
    E quem perdeu pode ganhar
    Teu silêncio preso na minha garganta
    E o medo da verdade, ei
    Eu sei que eu,   eu queria estar contigo
    Mas sei que não, sei que não é permitido
    Talvez se nós, se nós tivéssemos fugido
    E ouvido a voz desse desconhecido,
    O amor, o amor, o amor, o amor
    
    Essa voz que chega devagar, pra perturbar, pra enlouquecer
    Dizendo pra eu pular de olhos fechados,
    Essa voz que chega a debochar do meu pavor,
    Mas ao pular, eu me vejo ganhar asas e voar,
    De repente as coisas mudam de lugar
    E quem perdeu pode ganhar
    Minha amiga, minha namorada
    Quando é que eu posso te encontrar
    
    Eu sei que eu, ah ! eu queria estar contigo
    Mas sei que não, sei que não é permitido
    Talvez se nós, se nós tivéssemos fugido
    E ouvido a voz desse desconhecido,
    Eu sei que eu, ah ! eu queria estar contigo
    Mas sei que não, não, não, não, não, não é permitido
    Talvez se nós tivéssemos fugido.
     
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    Paulo Ricado/Michael Sullivan
     
    fonte: http://app.radio.musica.uol.com.br
     
     
     
     
    August, 2006

    RELACIONAMENTOS VIRTUAIS

     
     
     
     R elacionamentos virtuais
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    Claudia Matarazzo
     
     

    A Internet possibilita uma nova era da paixão platônica, em que pode-se manter relacionamentos radicalmente virtuais por um longo tempo, se não se quiser marcar um encontro real. Mas a rede também é um templo para namoros virtuais de <<Casanovas e Dom Juans>> que não se preocupam com os sentimentos alheios ou mesmo se estão traindo ou não - ainda que apenas na Internet. Na rede conhecemos muitas pessoas, em pouco tempo e de todos os lugares do mundo. Por essa razão, pode parecer mais fácil namorar no mundo virtual do que no real. Talvez até seja. Contanto que mantenhamos alguns parâmetros.

    Cuidado com o anonimato. Apaixonados namoros virtuais são comuns, com a vantagem do anonimato. Sem o temor da perseguição, como em “Atração Fatal”, fica mais fácil desaparecer ou acabar com o relacionamento. Por isso, cuidado na hora de entregar a sua alma.

    Infidelidade na rede. Na web muitos “brincam” de arranjar relacionamentos virtuais. Muitas vezes envolvendo-se com vários ao mesmo tempo, até mesmo esperando ter uma relação “real”. É a infidelidade virtual, mesmo se restringindo ao ambiente da tela do micro. Ainda assim, é possível e importante manter a “compostura” pois, como todo relacionamento, devemos priorizar o respeito e consideração que se tem pela pessoa “real” com quem estamos vivendo.

    A fantasia. Lembre-se que se você inventa para si e para os outros nos chats uma personagem que não existe realmente, o feitiço pode virar contra você. Em relacionamentos, o futuro é totalmente imprevisível e você pode vir a se apaixonar pra valer pela sua namorada virtual. Daí, como explicar que não é alto, loiro, rico e nem solteiro?

    Na hora do trabalho. Encontros explosivos durante horas no computador de seu trabalho podem gerar conflitos profissionais, além de ser perigoso como qualquer caso extra conjugal. Até porque o seu parceiro pode ser – coincidências sempre acontecem – aquele chato do departamento financeiro.

    Seja educada. A Internet, como qualquer outro ambiente, permite relacionamentos e assédios nas mais diferentes formas e estilos. Usar o seu tempo e dos outros com elegância é uma questão de estilo.

    Gentileza é fundamental. Assim como no mundo real, ninguém gosta de abordagens grosseiras, cantadas agressivas e pouco criativas. Use a imaginação – como é a regra no relacionamento virtual – desde a primeira "teclada"...

    Mantenha o foco. Aproveite todas as oportunidades que a rede lhe proporciona para atrair as pessoas que se afinam com você, aumentando as chances de um relacionamento pleno e gratificante.

    Finalmente, <<lembre-se:>> na rede quase tudo é permitido e todo cuidado é pouco. Não dê o seu endereço e telefone a ninguém antes de se certificar, na medida do possível, da “seriedade” da pessoa e questão. E, quando marcar encontros pessoais com seu amor virtual, escolha lugares públicos e movimentados - pelo menos nas primeiras vezes...
     
     

     

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    fonte: http://www2.uol.com.br/claudiamatarazzo/spotlight_030403.shtml


    FRASES

     
     
     FRASES
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    "Uma amizade nobre, é uma obra feita a dois."
     
       Paul Borget_______
     
     
     
     
    "Recordar do passado,  não é viver do passado ."
     
     
    Sábio Chinês___________
     
     
     
     
      
     
     
     
     
     
     
     
     
    August, 2006

    EPITÁFIO - TITÃS

     
     
     
    "... Devia ter amado mais,  ter chorado mais, ter visto o sol nascer ...!"
     
     
    Ouça
    Clique Aqui
     
     
     
     
    August, 2006

    AS ROSAS NÃO FALAM...

     
     
     
     
     A S ROSAS NÃO FALAM, MAS CONTAM HISTÓRIAS
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    Celebrada ao longo dos séculos, a rosa, símbolo dos apaixonados, também marcou presença em eventos históricos importantes e decisivos
     

    Fósseis encontrados na América, na Europa e na Ásia provam que a <<rosa>> crescia em estado selvagem desde o período Paleolítico. Há uns 5 mil anos, os chineses começaram a cultivá-la e descobriram suas numerosas virtudes. Seu fruto, o cinórrodo, reputado por suas propriedades estimulantes, é guloseima muito procurada. Os poderes adstringentes de sua essência já eram conhecidos e apreciados pelas belas aristocratas. E ela se tornou um remédio indispensável na farmacopéia chinesa, como o testemunha uma das obras mais antigas sobre plantas medicinais até hoje encontradas, o Pen Tsao, de Shen Nung, datado de 2900 a.C. O próprio Confúcio possui vários tratados sobre as roseiras. Três mil anos antes da nossa era, os povos da Mesopotâmia, do Egito, da Pérsia e da Grécia também praticavam a cultura da rosa.

    Ler mais>>> http://www2.uol.com.br/historiaviva/conteudo/materia/materia_73.html

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    Fonte: www.uol.com.br

     

    FRASE

     
     
    "A máquina que mantém a riquesa.... é a miséria."
     
     
     
    autor desconecido
     
     
     
    July, 2006

    AMOR E SEXO

     
    AMOR & SEXO
     
     
     
    Amor é Propriedade. Sexo é Posse. Amor é a Lei; Sexo é Invasão.
    Arnaldo Jabor

     
    O amor é uma construção do desejo. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre com tesão. Amor e sexo, são como a palavra farmakon em grego: remédio ou veneno - depende da quantidade ingerida

    O sexo vem antes. O amor vem depois. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento. No sexo, o pensamento atrapalha.

    O amor sonha com uma grande redenção. O sexo sonha com proibições; não há fantasias permitidas. O amor é o desejo de atingir a plenitude. Sexo é a vontade de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade - nunca é totalmente satisfatório. O sexo pode ser, dependendo da posição adotada. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrário não acontece. Existe amor com sexo, claro, mas nunca gozam juntos.

    O amor é mais narcisista, mesmo entrega, na 'doação'. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo do egoísmo. Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do 'outro'. O sexo, mesmo solitário, precisa de uma 'mãozinha'. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até na maior solidão e na saudade. Sexo, não - é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora. O amor vem de nós. O sexo vem dos outros. 'O sexo é uma selva de epilépticos' (N. Rodrigues). O amor inventou a alma, a moral. O sexo inventou a moral também, mas do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge.

    O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói - quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: 'Faça amor, não faça a guerra'. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas. O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica.

    O sexo sempre existiu - das cavernas do paraíso até as 'saunas relax for men'. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provençais do seculo XII e, depois, relançado pelo cinema americano da moral cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem - o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção; sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controlá-lo é programá-lo, como faz a indústria da sacanagen. O mercado programa nossas fantasias.

    Não há 'saunas relax' para o amor, onde o sujeito entre e se apaixone. No entanto, em todo bordel, finge-se um 'amorzinho' para iniciar. O amor virou um estímulo para o sexo.

    O problema do amor é que dura muito, já o sexo dura pouco. Amor busca uma certa 'grandeza'. O sexo é mais embaixo. O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade. Com camisinha, há 'sexo seguro', mas não há camisinha para o amor.

    O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é a lei. Sexo é a transgressão. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados.

    Amor precisa do medo, do desassossego. Sexo precisa da novidade, da surpresa. O grande amor só se sente na perda. O grande sexo sente-se na tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda - ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta".

    E, por aí, vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos fazer esquecer a morte. Ou não; sei lá... e-mails de quem souber para a redação.

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    Já havia passado os olhos nessa matéria, anteriormente, achei interessante colocá-la  e vale a pena sempre relembrar !